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...uma criatura magrela e um ser que deixa a desejar no quesito beleza; ao me ver tenho certeza que não darias nada por mim, mas ao levar um papo tenho certeza que pelo menos um dinheiro pro café,você vai dar !

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Do corredor

Os sorrisos,as fofocas e os entreolhares entre meninos e meninas,alguns desconhecidos,outros brigados e alguns outros enamorados.
Os segredos ao pé d'ouvido,os risos debochados,envergonhados,alegres,e os rostos cansados e enfadonhos,todos vagabundos.
Os bilhetinhos e os gestos,as caretas e imitações,coisinhas de criança sapeca e o sono que chega nos corpos imóveis.
A voz arrastada d'uma professora,d'uma disciplina chata qualquer,suas manias e suas frustrações mais íntimas,tudo...tudo se abafa quando a porta se fecha.

Allan Bonfim.

4 comentários:

  1. meu flô,
    ontem mesmo eu vim aqui no seu espaço ver se tinha coisa nova; agora tem! =)

    que grande pequeno texto! o tom descritivo mesclado a quase versos... adorei! muito bem retratada a cena!

    beijão

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  2. Que a alegria instantânea
    multiplique-se, menino cabeludo,
    eu realmente aprecio demais quando vens me ver.

    "Tudo se abafa quando a porta se fecha"
    isso ficou perfeito!

    Beijoca

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  3. abre de novo, que o que foi de dentro não acaba assim. ainda será.

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  4. E todos os dias essas pequenas grandes alegrias se renovavam, aiii que saudades desses corredores!

    beijo meu Allan .

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